Quando eu vim para a Austrália eu recebi uma carta (muito importante por sinal) de uma pessoa que me ama muito. Tenho a sensação de que DUAS pessoas escreveram essa carta, mas enfim... Recebi essa carta e li no meu último dia no Brasil. Li e guardei no coração cada palavra que ali estava escrita. Essas palavras me tiraram todos os medos que eu estava guardando dentro de mim sobre a viagem. Falava sobre o medo e o que fazer quando eu o sentisse. Guardei essa carta em um lugar importante, para que eu pudesse alcançá-la fácil, caso fosse preciso. E foi. Nesses tempos de controvérsias eu resolvi lê-la. Não por medo, apesar do objetivo da carta ser informar-me como lidar com ele; mas sim, por simples incerteza do que fazer em meio a tantas coisas que começaram a não andar pelo caminho que eu gostaria que elas andassem.
No final da carta vem um exercício que eu recomendo a todos:
Escreva uma carta mental com todos os seus medos, ódios, dúvidas e amarguras. Escreva cada problema seu cuidadosamente. Feche essa carta, encaminhe para Deus e deixe seus problemas com ele, ele cuidará de todos para você. Fez isso? Sente-se melhor? EU SIM.
Cheguei em casa, dei um abraço enorme na minha amiga bagunçeira (o que não é normal por aqui abraçar), disse que eu a amava, deixei meu futuro, meus cursos e minha faculdade nas mãos de Deus, na carta em que eu escrevi para ele. Além de estar BEM MELHOR, percebi que não tenho problema nenhum na minha vida, que estou muito feliz, e -principalmente, QUE HOJE É SEXTA-FEIRA e já estou atrasado para me trocar e ser feliz com meus amigos.
Os dias terminam, para o recomeço de um melhor. (esperem por um ótimo conto em www.recantodacoruja.blogspot.com)
Obrigado pela carta. Ela está comigo, e eu a lerei SEMPRE que eu me sentir mal. Quem a escreveu; sabe.
Curiosidade do dia: Ninguém sabe explicar feriado de quê é segunda-feira. Rs.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Upside Down
A bagunça dessa casa e o fato de terem roubado o meu sandwíche da geladeira na escola estão me deixando transtornado. Estou irritado. Estou melhorando já, mas não foi um bom dia hoje. Apenas a parte do curso foi legal, gostei, fiquei satisfeito e tal, mas não foi o suficiente.
Essa menina dessa casa fica vendo trezentos filmes por dia e fumando esse tabaco terrível para ficar tossindo amanhã de manhã e me acordar. Como uma pessoa pode ser tão irracional? Ela deixou um prato sujo de cereal NA PIA DO BANHEIRO. Enfim, sei que preciso me concentrar em mim, mas muitas vezes é simplismente impossível.
Minha amiga foi embora, sinto-me mais por mim mesmo agora, mas sei que Deus não deixa ninguém na mão. Uma outra brasileira está chegando na casa da Rosemary, não moro mais lá, mas estarei lá este final de semana pois fui contratado para cuidar da casa enquanto ela viaja, vou receber a brasileira e espero que seja uma amizade para mim. Eu me sinto com poucos amigos aqui. Não faço parte do grupo de amizades dos brasileiros da minha escola por não estar no mesmo curso, não morar perto e nem ter os mesmos horários. Acabo fazendo a maior parte das coisas do meu dia-a-dia sozinho, quem me conhece sabe que não curto muito não ter comapnhia para fazer as coisas, ainda mais no dia-a-dia.
Enfim, por não estar nos meus melhores dias vou para por aqui para não acabar causando uma impressão bem maior do que a verdadeira.
Estou bem, para todos os efeitos
Curiosidade do dia: Estou me tornando cada vez mais nacionalista.
Essa menina dessa casa fica vendo trezentos filmes por dia e fumando esse tabaco terrível para ficar tossindo amanhã de manhã e me acordar. Como uma pessoa pode ser tão irracional? Ela deixou um prato sujo de cereal NA PIA DO BANHEIRO. Enfim, sei que preciso me concentrar em mim, mas muitas vezes é simplismente impossível.
Minha amiga foi embora, sinto-me mais por mim mesmo agora, mas sei que Deus não deixa ninguém na mão. Uma outra brasileira está chegando na casa da Rosemary, não moro mais lá, mas estarei lá este final de semana pois fui contratado para cuidar da casa enquanto ela viaja, vou receber a brasileira e espero que seja uma amizade para mim. Eu me sinto com poucos amigos aqui. Não faço parte do grupo de amizades dos brasileiros da minha escola por não estar no mesmo curso, não morar perto e nem ter os mesmos horários. Acabo fazendo a maior parte das coisas do meu dia-a-dia sozinho, quem me conhece sabe que não curto muito não ter comapnhia para fazer as coisas, ainda mais no dia-a-dia.
Enfim, por não estar nos meus melhores dias vou para por aqui para não acabar causando uma impressão bem maior do que a verdadeira.
Estou bem, para todos os efeitos
Curiosidade do dia: Estou me tornando cada vez mais nacionalista.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Unhappy
O dia na escola foi bom, e ter um dia como DogWalker também.
Só não estou muito feliz em descobrir que terei que pagar para ficar na casa da amiga da minha amiga. Aos que me conhecem sabem que eu não curso muito coisas inespetadas, que não foram combinadas e nem estavam nos planos; pois é, isso não estava nos planos.
Apenas quero, hoje, de uma forma bem sincera dizer que todos devem ter muito, MAS MUITO, orgulho do Brasil. E que isso seja cada vez mais forte para cada um de vocês.
Costumamos nos rebaixar pertante ao extrangeiro, mas... Estamos (na verdade) no mesmo patamar ou melhor.
Sinto falta do Brasil, muita.
Enfim, tentativa de academia falha hoje, era barato por semana mas eu tinha de pagar TUDO DE UMA VEZ SÓ seis meses de mensalidade. Impossível!
Indo deitar, amanhã tenho aula e quero ter dormido bem.
Curiosidade do dia: SIM, manicure, pedicure e tralalá é mais caro aqui SIM! Ainda bem que não frequento.
domingo, 25 de setembro de 2011
Nova Casa
Está sendo interessantíssimo morar aqui. No primeiro dia, serei sincero em lhes dizer que eu não simpatizei muito com a casa, pela bagunça e tal, mas depois que me disseram em que quarto eu ficaria, eu arrumei o mesmo e dificilmente saio dele quando estou aqui dentro. Ótimo.
Hoje, por incrível que pareça, a menina resolveu (com certeza inspirada por uma força divina) arrumar a casa. Tudo bem que o arrumar dela não tem nada a ver com o nosso mas é isso que ela está tentando fazer hoje.
Domingo, dia do tédio, como já dizia nossa ilustre escritora Clarice Lispector. Que saudades dos livros dela, aliás. Deveria ter trazido algum. Sinto falta.
Como o dia estava chuvoso durante o almoço -mas um chuva forte meesmo- resolvi não ir a uma Feijoada que me convidaram, fiquei por aqui mesmo e comi a minha salada. Rs.
Depois que ela passou, para não ficar aqui o dia todo, fui para Chatswood, comprar uma capa protetora para o meu notebook e também ver se achava fronha, travesseiro e afins. Não achei.
Agora vou me concentrar para a semana que vem, na qual terei trabalho, curso, academia e tudo mais.
Espero que tudo corra como o planejado.
Curiosidade do dia: Não existe pano de limpeza também. Affe! Como assim?
Hoje, por incrível que pareça, a menina resolveu (com certeza inspirada por uma força divina) arrumar a casa. Tudo bem que o arrumar dela não tem nada a ver com o nosso mas é isso que ela está tentando fazer hoje.
Domingo, dia do tédio, como já dizia nossa ilustre escritora Clarice Lispector. Que saudades dos livros dela, aliás. Deveria ter trazido algum. Sinto falta.
Como o dia estava chuvoso durante o almoço -mas um chuva forte meesmo- resolvi não ir a uma Feijoada que me convidaram, fiquei por aqui mesmo e comi a minha salada. Rs.
Depois que ela passou, para não ficar aqui o dia todo, fui para Chatswood, comprar uma capa protetora para o meu notebook e também ver se achava fronha, travesseiro e afins. Não achei.
Agora vou me concentrar para a semana que vem, na qual terei trabalho, curso, academia e tudo mais.
Espero que tudo corra como o planejado.
Curiosidade do dia: Não existe pano de limpeza também. Affe! Como assim?
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Interpérie
Desculpem pela sumida que eu dei esses dias, mas... Agora nas minhas horas vagas eu fico construindo novo material didático para o meu aluno. (É, trabalhar não é fácil não). Mas enfim, tenho novidades e vocês vão adorar sabê-las:
Fui para Blue Montains na quina com a Leila. Como aquele lugar é lindo. Não tem nem como descrever, além de todas as casas serem estrategicamente construidas, todas são adornadas com plantas e flores de todos os tipos. É uma cidade típica Alemã. A estrutura dela é Alemã e as pessoas também se vestem como se fossem alemãs. Gostei demais!
Fomos visitar um "trenzinho" chamando Railway que era utulizado nas minas, para a extração de minério. Esse trem desce devagar, mas a inclinação dele é de 60 graus, então a coisa acaba ficando emocionante. Depois, tem tipo um teleférico estilo bondinho Pão-de-açúcar para subir de volta para o pico da montanha (que é beeeem alta).
De lá, fizemos o Walkway, que é uma "trilha" pelas montanhas bem legal e cansativa. Para voltar, pegamos o mesmo trem para ida, sem pagar nada.
A viagem de trem dura por volta de 2 horas. Até Blue Montains e para voltar, foi mais rápido: 1:30hr.
Gostei demais e não me arrependo. A casa de chá que visitamos em Blue Mountains é linda demais!!! Adornos e enfeites por todos os lados sem contar que o chá vem com pão de milho, geleia de morando e chantilly. Uma delícia! Prentendo voltar para aquele lugar mais vezes. Gostei demais!
No dia seguinte foi o dia de me mudar para a casa da minha amiga australiana. Já me preparei psicologicamente para a bagunça que é aquele lugar. Fui direito para lá a noite como a Leila, ela esperou eu me trocar e arrumar (um pouco, bem pouco, aquele quarto) e fomos de lá para o Hotel dela, em Darling Harbor, para de lá, encontrarmos nossa outra amiga brasileira e irmos para o Hard Rock Café. Que lugar fantástico! Passamos duas horas lá que nem vimos. Foi a despedida dela, que hoje vai para Sunshine Coast e só volta semana que vem para pegar o voo de volta para a terra do Pelé. Rs.
Não imaginava que o Hard Rock Café fosse um lugar tão legal. Tinha até peças de roupas de pessoas famosas como Britney Spears, Madonna e Beyoncé. Gostei demais.
De lá, voltei para a minha nova casa (agora ridiculamente perto do centro) e dormir. A primeira noite em um lugar desconhecido nem sempre é agradável, mas... Essa não foi das piores.
Curiosidade do dia: Não existe rodo aqui.
Fui para Blue Montains na quina com a Leila. Como aquele lugar é lindo. Não tem nem como descrever, além de todas as casas serem estrategicamente construidas, todas são adornadas com plantas e flores de todos os tipos. É uma cidade típica Alemã. A estrutura dela é Alemã e as pessoas também se vestem como se fossem alemãs. Gostei demais!
Fomos visitar um "trenzinho" chamando Railway que era utulizado nas minas, para a extração de minério. Esse trem desce devagar, mas a inclinação dele é de 60 graus, então a coisa acaba ficando emocionante. Depois, tem tipo um teleférico estilo bondinho Pão-de-açúcar para subir de volta para o pico da montanha (que é beeeem alta).
De lá, fizemos o Walkway, que é uma "trilha" pelas montanhas bem legal e cansativa. Para voltar, pegamos o mesmo trem para ida, sem pagar nada.
A viagem de trem dura por volta de 2 horas. Até Blue Montains e para voltar, foi mais rápido: 1:30hr.
Gostei demais e não me arrependo. A casa de chá que visitamos em Blue Mountains é linda demais!!! Adornos e enfeites por todos os lados sem contar que o chá vem com pão de milho, geleia de morando e chantilly. Uma delícia! Prentendo voltar para aquele lugar mais vezes. Gostei demais!
No dia seguinte foi o dia de me mudar para a casa da minha amiga australiana. Já me preparei psicologicamente para a bagunça que é aquele lugar. Fui direito para lá a noite como a Leila, ela esperou eu me trocar e arrumar (um pouco, bem pouco, aquele quarto) e fomos de lá para o Hotel dela, em Darling Harbor, para de lá, encontrarmos nossa outra amiga brasileira e irmos para o Hard Rock Café. Que lugar fantástico! Passamos duas horas lá que nem vimos. Foi a despedida dela, que hoje vai para Sunshine Coast e só volta semana que vem para pegar o voo de volta para a terra do Pelé. Rs.
Não imaginava que o Hard Rock Café fosse um lugar tão legal. Tinha até peças de roupas de pessoas famosas como Britney Spears, Madonna e Beyoncé. Gostei demais.
De lá, voltei para a minha nova casa (agora ridiculamente perto do centro) e dormir. A primeira noite em um lugar desconhecido nem sempre é agradável, mas... Essa não foi das piores.
Curiosidade do dia: Não existe rodo aqui.
sábado, 17 de setembro de 2011
Amizades
Gostaria de fazer uma postagem especial para falar sobre as amizades que fiz desde quando saí de casa. É pouco tempo, eu sei, mas já deu para ter noção de como as coisas funcionam em termos de amizade quando você está longe de casa.
Entre os brasileiros, eu acho que nem preciso dizer que eles se tornam mais confiáveis, próximos, amigos e simpáticos. Sem contar que é uma festa cada vez que você encontra alguém do seu país.
Aquele sentimento de insegurança que eu disse que aparece quando se está morando no exterior é anuviado quando você tem uma compania conterrânea.
Mas o foco aqui é falar das amizades internacionais. Não consegui ainda ler os asiáticos, mas, tenho algo para falar de amigos que fiz de diversas nacionalidades.
Os alemães: São muito divertidos e sociáveis, totalmente ao contrário do que eu imaginava. São alegres, engraçados, cheios de vida e adoram trocar experiências. Indo para o cidade, ontem a noite (17) eu encontrei uma alemã no ponto de ônibus e começamos a conversar. Ela tinha um inglês perfeito e estava me contando da vida dela aqui. Perguntei o que ela sabia do Brasil, ela disse três palavras: Praia, Carnaval e Churrasco. É a primeira que não fala nada sobre o futebol. Rs. Mas o geral ainda acha que andamos de biquíni/sunga na Paulista. Hilário. Ela se chama Alina, nos encontramos na ida, e pegamos o mesmo ônibus na volta, por incrível que pareça. Rs.
Os franceses: Varia muito, a maioria adora andar em gangue, junto com outro francês, não se esforçam tanto para falar o inglês e não hesitam em menosprezar algo, mas são gente boa. Gostam de fazer piadas, mas são meio que fechados. Gostam de brasileiros. Conheci alguns, muitos são de Quebeck (parte francesa do Canadá) e os que são da França, claro, são mais fechados. Conheço dois de Quebeck, que jogam voley de praia comigo e um da França mesmo, que é bem chatinho e marrento.
Os Colombianos: Nunca imaginei que fossem tão legais, simpáticos e AMAM o Brasil, talvez por estarmos muito longe dos nossos países e ambos serem próximos e cheios de relações comercias, mas enfim, eles gostam. Sabem várias palavras em português, muito legal. Minha amiga colombiana é a Diana, já falei dela aqui no Blog em alguma outra postagens.
Os argentinos: Só escrevi deles pois sei que vão perguntar. Até agora não encontrei nenhum, mas todos os sul-americanos que conheci até agora não gostam deles. Por que será?
Os Filipinos: Estranhos.
Os Canadenses: Supreendem-me com o bom-humor, atitude e o jeito amigável. Conheço dois no voley de praia (Mike e Johnson). São incrivelmente legais e todos disseram que pretender ir ao Brasil. Somos famosos, estão pensando o quê?
Os Americanos: Os que vi aqui até agora (apenas uma menina de Chicago) eram bem nojentinhos em reclamões. Não são bem aceitos pelos australianos.
Os Ingleses: Esses se sentem em casa e estão sempre falando para o povo de origem americana (continente) respeitarem o inglês real (da rainha). Rs. Conheço três inglêses, como todos são homens é meio difícil ter um panorama geral, mas gosto muito deles e se assemelham muito com os australianos, porém são mais preocupados com as coisas e principalmente aparência. Eles têm cara de preocupado, sempre. Meus amigos Ingleses são o Stuart (Bartender de uma balada famosa daqui e meu pai postiço daqui). Não conhecem o Brasil direito. Frustrante. Rs
Os Koreanos: Andam em grupo, são calados, falam baixo e nada de fazer amizade com quem não tem olhinho puxado (a maioria).
Os Japoneses: Mais abertos, porém competitivos demais.
Os Chineses: Sei lá.
Os Turcos: Sempre fazendo piadas.
Os Italianos: Deixei-os por último, para frizar o quanto estou gostando de fazer amizades e conhê-los cada vez mais. São muuuito legais, simpáticos, engraçados (eles falam "catso" mesmo e "dio porco" também) fazem a maior festa quando eu falo alguma palavra que aprendi com a minha Biza. As mulheres são delicadas mas não fechadas, os homens são...como posso dizer...comportados, mas não deixam de dizer e fazer toda a palhaçada deles. ADORAM o Brasil e perguntam várias coisas sobre São Paulo e Rio de Janeiro.
É isso, estou achando incrível poder fazer amizades com pessoas que eu nunca teria oportunidade de fazer em toda a minha vida. É muito legal, mas o mais legal mesmo, é perceber que no fundo todo mundo é igual. Rs.
Curiosidade do dia: Os australianos vão totalmente desmanzelados para a balada, tipo, camiseta cortada, calça velha, etc. O Objetivo aqui é dançar.
Entre os brasileiros, eu acho que nem preciso dizer que eles se tornam mais confiáveis, próximos, amigos e simpáticos. Sem contar que é uma festa cada vez que você encontra alguém do seu país.
Aquele sentimento de insegurança que eu disse que aparece quando se está morando no exterior é anuviado quando você tem uma compania conterrânea.
Mas o foco aqui é falar das amizades internacionais. Não consegui ainda ler os asiáticos, mas, tenho algo para falar de amigos que fiz de diversas nacionalidades.
Os alemães: São muito divertidos e sociáveis, totalmente ao contrário do que eu imaginava. São alegres, engraçados, cheios de vida e adoram trocar experiências. Indo para o cidade, ontem a noite (17) eu encontrei uma alemã no ponto de ônibus e começamos a conversar. Ela tinha um inglês perfeito e estava me contando da vida dela aqui. Perguntei o que ela sabia do Brasil, ela disse três palavras: Praia, Carnaval e Churrasco. É a primeira que não fala nada sobre o futebol. Rs. Mas o geral ainda acha que andamos de biquíni/sunga na Paulista. Hilário. Ela se chama Alina, nos encontramos na ida, e pegamos o mesmo ônibus na volta, por incrível que pareça. Rs.
Os franceses: Varia muito, a maioria adora andar em gangue, junto com outro francês, não se esforçam tanto para falar o inglês e não hesitam em menosprezar algo, mas são gente boa. Gostam de fazer piadas, mas são meio que fechados. Gostam de brasileiros. Conheci alguns, muitos são de Quebeck (parte francesa do Canadá) e os que são da França, claro, são mais fechados. Conheço dois de Quebeck, que jogam voley de praia comigo e um da França mesmo, que é bem chatinho e marrento.
Os Colombianos: Nunca imaginei que fossem tão legais, simpáticos e AMAM o Brasil, talvez por estarmos muito longe dos nossos países e ambos serem próximos e cheios de relações comercias, mas enfim, eles gostam. Sabem várias palavras em português, muito legal. Minha amiga colombiana é a Diana, já falei dela aqui no Blog em alguma outra postagens.
Os argentinos: Só escrevi deles pois sei que vão perguntar. Até agora não encontrei nenhum, mas todos os sul-americanos que conheci até agora não gostam deles. Por que será?
Os Filipinos: Estranhos.
Os Canadenses: Supreendem-me com o bom-humor, atitude e o jeito amigável. Conheço dois no voley de praia (Mike e Johnson). São incrivelmente legais e todos disseram que pretender ir ao Brasil. Somos famosos, estão pensando o quê?
Os Americanos: Os que vi aqui até agora (apenas uma menina de Chicago) eram bem nojentinhos em reclamões. Não são bem aceitos pelos australianos.
Os Ingleses: Esses se sentem em casa e estão sempre falando para o povo de origem americana (continente) respeitarem o inglês real (da rainha). Rs. Conheço três inglêses, como todos são homens é meio difícil ter um panorama geral, mas gosto muito deles e se assemelham muito com os australianos, porém são mais preocupados com as coisas e principalmente aparência. Eles têm cara de preocupado, sempre. Meus amigos Ingleses são o Stuart (Bartender de uma balada famosa daqui e meu pai postiço daqui). Não conhecem o Brasil direito. Frustrante. Rs
Os Koreanos: Andam em grupo, são calados, falam baixo e nada de fazer amizade com quem não tem olhinho puxado (a maioria).
Os Japoneses: Mais abertos, porém competitivos demais.
Os Chineses: Sei lá.
Os Turcos: Sempre fazendo piadas.
Os Italianos: Deixei-os por último, para frizar o quanto estou gostando de fazer amizades e conhê-los cada vez mais. São muuuito legais, simpáticos, engraçados (eles falam "catso" mesmo e "dio porco" também) fazem a maior festa quando eu falo alguma palavra que aprendi com a minha Biza. As mulheres são delicadas mas não fechadas, os homens são...como posso dizer...comportados, mas não deixam de dizer e fazer toda a palhaçada deles. ADORAM o Brasil e perguntam várias coisas sobre São Paulo e Rio de Janeiro.
É isso, estou achando incrível poder fazer amizades com pessoas que eu nunca teria oportunidade de fazer em toda a minha vida. É muito legal, mas o mais legal mesmo, é perceber que no fundo todo mundo é igual. Rs.
Curiosidade do dia: Os australianos vão totalmente desmanzelados para a balada, tipo, camiseta cortada, calça velha, etc. O Objetivo aqui é dançar.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
PSs
Dessa experiência de estar fora de casa, eu gostaria sim de fazer algumas osbservações para quem tem interesse em saber alguns dos sentimentos de quem está longe de casa por um tempo.
1- Sua família ganha mais importância e você entende o significado de "casa".
2- O sentimento de ser um extrangeiro te coloca em estado de insegurança/submissão (mas é falso)
3- Você quer dizer, falar e mostrar todas as suas experiências para todas as pessoas da sua família.
4- Você não sente saudade, desde que esteja ocupado e usando seu tempo
5- Você sente saudade de pessoas específicas em momentos aleatórios
6- Ás vezes dá aflição em imaginar o quanto você está longe de casa
7- Você começa a pensar mais antes de fazer as coisas e faz um "filme mental" de suas ações.
8 - Parece que sua vida "antes da viagem" foi apenas um sonho, e que agora é você que está no leme
9 - Você abre mão de coisas que antes eram insubstituíveis.
10 - No primeiro dia, primeira vez que você deita na cama, que você fecha os olhos e tenta dormir; você chora.
Estar morando no exterior é:
1 - Nunca ter o teclado configurado corretamente
2 - Fingir que tudo é normal e seguir o fluxo
3 - Conviver com pessoas que você NUNCA CONVIVERIA EM CIRCUNSTÂNCIAS ALGUMAS
4 - Rir de si mesmo
5 - Chorar por si mesmo
6 - Tornar-se consciênte com gastos
7 - Sentir-se livre para fazer o que quiser, e mais responsável ao mesmo tempo
8 - Comer o que não gosta
9 - Entender que só os SEUS AMIGOS são os SEUS AMIGOS
10 - Perceber que seu país não é mundo, e que existem pessoas maravilhosas que você nunca conheceria no seu país.
1- Sua família ganha mais importância e você entende o significado de "casa".
2- O sentimento de ser um extrangeiro te coloca em estado de insegurança/submissão (mas é falso)
3- Você quer dizer, falar e mostrar todas as suas experiências para todas as pessoas da sua família.
4- Você não sente saudade, desde que esteja ocupado e usando seu tempo
5- Você sente saudade de pessoas específicas em momentos aleatórios
6- Ás vezes dá aflição em imaginar o quanto você está longe de casa
7- Você começa a pensar mais antes de fazer as coisas e faz um "filme mental" de suas ações.
8 - Parece que sua vida "antes da viagem" foi apenas um sonho, e que agora é você que está no leme
9 - Você abre mão de coisas que antes eram insubstituíveis.
10 - No primeiro dia, primeira vez que você deita na cama, que você fecha os olhos e tenta dormir; você chora.
Estar morando no exterior é:
1 - Nunca ter o teclado configurado corretamente
2 - Fingir que tudo é normal e seguir o fluxo
3 - Conviver com pessoas que você NUNCA CONVIVERIA EM CIRCUNSTÂNCIAS ALGUMAS
4 - Rir de si mesmo
5 - Chorar por si mesmo
6 - Tornar-se consciênte com gastos
7 - Sentir-se livre para fazer o que quiser, e mais responsável ao mesmo tempo
8 - Comer o que não gosta
9 - Entender que só os SEUS AMIGOS são os SEUS AMIGOS
10 - Perceber que seu país não é mundo, e que existem pessoas maravilhosas que você nunca conheceria no seu país.
News!
Consegui emprego! Calma, nem se animem muito pois não é nada demais! Fui contratado para dar aula para um Japonês (o que ainda mora comigo, pois dentro de uma semana, sairei da fazenda e irei morar na Cidade Grande, olha que grande passo) todas as segundas-feiras, três horas de aula.
Já é alguma coisa, estou bem feliz inclusive por ser algo da minha área.
Já estou preparando a minha aula (agora temos aulas de como fazer isso e estou feliz por conseguir entender) e espero que eu consiga fazer ele melhorar a pronúncia -que está bem ruim, e também alguns vícios de fala ocasionados pela L1 (língua mãe)
Enfim, esses dias falando com o meu Pai pelo telefone vi uma barata. Legal saber que aqui, nesta casa, a regra é matar mesmo, em outras casas aqui da Austrália eles pegam ela com a mão e as colocam na rua gentilmente. Rs.
Estou na busca de encontrar uma academia e pagar o primeiro mês dela com o meu salário, mas está meio difícil pois quero a mais pero e mais barata que eu conseguir. Todos sabem que academia que não é perto de casa não é academia. É evidênte que se a academia não for perto da minha casa eu não vou. Quem já frequentou academia sabe que o que eu estou falando é verdade. Pois é. Rs.
Minhas TP (Teaching Practice) foi boa hoje. Planejei uma aula de 30 minutos e a mesma foi bem-sucedida (pelo menos s professor disse que todos nos superamos). É realmente muito chato dar uma aula com um professor te observando e fazendo anotações, mas, todos sabemos que este é o único jeito de se avaliar uma aula, embora pareça um tanto quanto intimidador.
Muitas pessoas estão interessadas em saber do teto do quarto, dos animais que estavam cavando aqui, então... Está melhor, mas eles ainda caminham de vez em quanto. Depois que eu dei uma "afundadinha" na lajem quando joguei um chinelo (não contem para a Rosemarrý) eu parei de impornuná-los e eles decidiram fazer o mesmo. (Desculpem por deixá-los sem informação)
Fiz mais amigos!!! O primeiro se chama Mirkle ele é Italiano, tem um sotaque bem puxado, come demais nos intervalos (para não negar a raça, claro) é magro, alto e de cabelo raspado. Está sempre de cachecol (moda europeia) e sempre trocamos palavras parecidas nas conversas. Estou usando todo o inglês que a Dona Amélia me ensinou na infância, e não é que está ajudando??? Nós falamos em inglês, mas nos entendemos perfeitamente se nos conversarmos nas nossas próprias línguas.
A outra é Diana (pronuncia-se /'tIana'/ um pouco de fonética, para meus amigos letristas). Ela me perguntou de onde eu achava que ela era, depois que eu disse que eu consigo descobrir de onde as pessoas são pelo sotaque. Acertei de primeira: Colômbia. Confesso que a carinha dela ajudou. Meu pré-conceito de que pessoas bonitas na américa do sul são colombianas ou brasileiras acertou! Rs. Ela é alta, magra, cabelos enrolados e muy amiga. Falo com ela em Espanhol quando dá na telha. Tem um inglês muito interessante e variações fortes na pronúncia.
É complicado fazer amizade com os Asiáticos, eles preferem fazer entre eles (mesmo porque eles se entendem no inglês estranho deles) são bem fechados mesmo e adoram falar na língua deles o tempo todo quando estão em grupo (mesmo que tenha alguém no grupo que não entenda)
Curiosidade do dia: As escadas rolantes também são em mão Inglesa. Tenso.
Já é alguma coisa, estou bem feliz inclusive por ser algo da minha área.
Já estou preparando a minha aula (agora temos aulas de como fazer isso e estou feliz por conseguir entender) e espero que eu consiga fazer ele melhorar a pronúncia -que está bem ruim, e também alguns vícios de fala ocasionados pela L1 (língua mãe)
Enfim, esses dias falando com o meu Pai pelo telefone vi uma barata. Legal saber que aqui, nesta casa, a regra é matar mesmo, em outras casas aqui da Austrália eles pegam ela com a mão e as colocam na rua gentilmente. Rs.
Estou na busca de encontrar uma academia e pagar o primeiro mês dela com o meu salário, mas está meio difícil pois quero a mais pero e mais barata que eu conseguir. Todos sabem que academia que não é perto de casa não é academia. É evidênte que se a academia não for perto da minha casa eu não vou. Quem já frequentou academia sabe que o que eu estou falando é verdade. Pois é. Rs.
Minhas TP (Teaching Practice) foi boa hoje. Planejei uma aula de 30 minutos e a mesma foi bem-sucedida (pelo menos s professor disse que todos nos superamos). É realmente muito chato dar uma aula com um professor te observando e fazendo anotações, mas, todos sabemos que este é o único jeito de se avaliar uma aula, embora pareça um tanto quanto intimidador.
Muitas pessoas estão interessadas em saber do teto do quarto, dos animais que estavam cavando aqui, então... Está melhor, mas eles ainda caminham de vez em quanto. Depois que eu dei uma "afundadinha" na lajem quando joguei um chinelo (não contem para a Rosemarrý) eu parei de impornuná-los e eles decidiram fazer o mesmo. (Desculpem por deixá-los sem informação)
Fiz mais amigos!!! O primeiro se chama Mirkle ele é Italiano, tem um sotaque bem puxado, come demais nos intervalos (para não negar a raça, claro) é magro, alto e de cabelo raspado. Está sempre de cachecol (moda europeia) e sempre trocamos palavras parecidas nas conversas. Estou usando todo o inglês que a Dona Amélia me ensinou na infância, e não é que está ajudando??? Nós falamos em inglês, mas nos entendemos perfeitamente se nos conversarmos nas nossas próprias línguas.
A outra é Diana (pronuncia-se /'tIana'/ um pouco de fonética, para meus amigos letristas). Ela me perguntou de onde eu achava que ela era, depois que eu disse que eu consigo descobrir de onde as pessoas são pelo sotaque. Acertei de primeira: Colômbia. Confesso que a carinha dela ajudou. Meu pré-conceito de que pessoas bonitas na américa do sul são colombianas ou brasileiras acertou! Rs. Ela é alta, magra, cabelos enrolados e muy amiga. Falo com ela em Espanhol quando dá na telha. Tem um inglês muito interessante e variações fortes na pronúncia.
É complicado fazer amizade com os Asiáticos, eles preferem fazer entre eles (mesmo porque eles se entendem no inglês estranho deles) são bem fechados mesmo e adoram falar na língua deles o tempo todo quando estão em grupo (mesmo que tenha alguém no grupo que não entenda)
Curiosidade do dia: As escadas rolantes também são em mão Inglesa. Tenso.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Visita a Escola e Casa Nova
Que bom foi poder ir a escola e observar o comportamento dos adolescentes fazendo lição. For realmente impagável poder ajudá-los nas lições e observar que, mesmo vindo de diferentes países, os adolescentes mostram dificuldades nas mesmas áreas da língua: As preposições.
Vamos combinar que as preposições são bem difíceis de serem entendidas, decoradas e usadas adequadamente. Depois de ajudar os adolescentes com as lições os treinees do professorado se reuniram em uma sala para discutir as dificuldades dos alunos e entender o porquê desse resultado unânime.
É bem legal observar que muitos deles já se mostram bilíngues e usam mais o inglês do que seu idioma materno, por poder se comunicar com mais pessoas.
Algumas salas, onde a variedade de países não é tão grande, os estudantes dos mesmos países se juntam e isolam os que não tem nenhum amigo do mesmo país na sala, mas os professores são treinados e sabem lidar com isso perfeitamente. Fomos embora satisfeitos com as observações.
Depois dessa visita, peguei direto o trem para St. Leonards (sim, já decorei o transporte público daqui) e encontrei a Elly na estação para que ela me levasse para a casa da Phoebe (minha futura casa)
Como acabo de dizer, não é um apartamento, é um casa, e grande, enorme, huge! O negócio é que quando a Elly disse que ela era messy(bagunceira) ela estava sendo amigável. A casa por ser grande demais, tem espaço demais e a menina usa esse espaço para espalhar: Roupas, comida, livros, partituras (o namorado dela tem uma banda famosíssima aqui na Austrália) e tudo mais.
A menina é uma amor: Simpática, educada, magra, alta, esbelta, bem-vestida, preocupada com a visita e tal. Gostei demais e se mostrou uma pessoa confiável. O defeito é não ter organização NENHUMA MESMO! Mas tudo bem, no meu quarto ninguém entra então está tudo certo.
A cozinha é arrumada, pelo menos, e gostei bastante da distribuição dos cômodos. Posso escolher entre dois quartos (o da Elly, e o outro) ambos são de pé direito alto, com ventilação perfeita e entrada de sol. A casa é fresquinha (mesmo no cozimento de sol que está hoje) e também limpa.
É bagunçada, porém limpa. Justo! Melhor do que ser arrumada e nojenta (indireta).
Enfim, saí de lá uma hora depois, com a Elly, que estava indo para a universidade. Já saí de lá sabendo que receberei a cópia da chave dia 20, e começo a me mudar dia 23.
Não falamos em dinheiro, mas a quantia já está preestabelecida.
O namorado da Phoebe (celebridade australiana) vem até a casa da Rosemarrýssima para buscar a(s) minha(s) mala(s).
Satisfeito pelo dia de hoje, agora, na semana que vem, posso me concentrar em (apenas) arrumar trabalho.
Curisosidade do dia: Tickets de zona azul são vendidos em máquinas nas calçadas em que é necessário o bilhete para estacionar. Nada de banca de jornal.
Vamos combinar que as preposições são bem difíceis de serem entendidas, decoradas e usadas adequadamente. Depois de ajudar os adolescentes com as lições os treinees do professorado se reuniram em uma sala para discutir as dificuldades dos alunos e entender o porquê desse resultado unânime.
É bem legal observar que muitos deles já se mostram bilíngues e usam mais o inglês do que seu idioma materno, por poder se comunicar com mais pessoas.
Algumas salas, onde a variedade de países não é tão grande, os estudantes dos mesmos países se juntam e isolam os que não tem nenhum amigo do mesmo país na sala, mas os professores são treinados e sabem lidar com isso perfeitamente. Fomos embora satisfeitos com as observações.
Depois dessa visita, peguei direto o trem para St. Leonards (sim, já decorei o transporte público daqui) e encontrei a Elly na estação para que ela me levasse para a casa da Phoebe (minha futura casa)
Como acabo de dizer, não é um apartamento, é um casa, e grande, enorme, huge! O negócio é que quando a Elly disse que ela era messy(bagunceira) ela estava sendo amigável. A casa por ser grande demais, tem espaço demais e a menina usa esse espaço para espalhar: Roupas, comida, livros, partituras (o namorado dela tem uma banda famosíssima aqui na Austrália) e tudo mais.
A menina é uma amor: Simpática, educada, magra, alta, esbelta, bem-vestida, preocupada com a visita e tal. Gostei demais e se mostrou uma pessoa confiável. O defeito é não ter organização NENHUMA MESMO! Mas tudo bem, no meu quarto ninguém entra então está tudo certo.
A cozinha é arrumada, pelo menos, e gostei bastante da distribuição dos cômodos. Posso escolher entre dois quartos (o da Elly, e o outro) ambos são de pé direito alto, com ventilação perfeita e entrada de sol. A casa é fresquinha (mesmo no cozimento de sol que está hoje) e também limpa.
É bagunçada, porém limpa. Justo! Melhor do que ser arrumada e nojenta (indireta).
Enfim, saí de lá uma hora depois, com a Elly, que estava indo para a universidade. Já saí de lá sabendo que receberei a cópia da chave dia 20, e começo a me mudar dia 23.
Não falamos em dinheiro, mas a quantia já está preestabelecida.
O namorado da Phoebe (celebridade australiana) vem até a casa da Rosemarrýssima para buscar a(s) minha(s) mala(s).
Satisfeito pelo dia de hoje, agora, na semana que vem, posso me concentrar em (apenas) arrumar trabalho.
Curisosidade do dia: Tickets de zona azul são vendidos em máquinas nas calçadas em que é necessário o bilhete para estacionar. Nada de banca de jornal.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Manly / Mudança
Acordar no dia dez e ir a Manly foi muito gostoso. O dia em Manly não estava tão bom, fomos de Ferryboat e no caminho teve como apreciar a vista maravilhosa da Harbor Bridge, tirar algumas fotos e tambem fazer amizade com uma Muçulmana (rs).
Chegando em Manly, eu e a Leila encontramos nossa outra amiga Brasileira que vai embora semana que vem, a Adriane. Depois que nos cumprimentamos fomos direto a um restaurante Mexicano, onde comi: Fajitas e Enchilladas. Amei os dois pratos, estava precisando demais mudar um pouco de comida.
Depois de comer essa comida deliciosa, andamos pelo calçadão maravilhoso de Manly e comprei um blusão azul, com a referência da Austrália, e também uma camisa. Eu estava realmente precisando dessas coisas para poder continuar a viver aqui.
Voltamos para casa novamente atrasados para o jantar sem ter como avisar a dona Rosemarrýssima que estaríamos. Jantei e arrumei as minhas coisas para segunda-feira.
Acordei puto da cara por não ter resolvido ainda os DETALHES do apartameto onde morarei com a Elly e a Phoebe, amiga dela. Por acordar virado com isso, já liguei para e Elly e pedi para que ela me passasse o celular da Phoebe, ela fez isso e já mandei uma mensagem para a menina meio que dizendo: Então gata...
Para quem me conhece sabe, o que a expressão: "Então Gata" quer dizer. Rs.
Ela logo marcou o dia em que eu iria conhecer o apartamento dela e arrumar os detalhes da mudança (amanhã), achei ótimo e tirei uma big preocupação da minha cabeça.
Depois disso descobri que amanhã tembém terei a visita a uma escola para que pudemos observar o funcionamento de uma escola aqui e ao mesmo tempo, aplicar todo o conhecimento que temos sobre educação. Será muito interessante fazer essa visita.
Bom, com tudo certo, quero que chegue logo o final de semana, para poder correr novamente no parque, jogar Beach Voley com o pessoal de Bondi e sair com a Elly a noite, para King St.
Ainda é segunda, tudo bem, rs.
Curiosidade do dia: Os australianos são LOUCOS DE PEDRA no trânsito, ficam putos da cara quando alguém infrige as regras, buzinam e fazem o maior estradalhaço.
Chegando em Manly, eu e a Leila encontramos nossa outra amiga Brasileira que vai embora semana que vem, a Adriane. Depois que nos cumprimentamos fomos direto a um restaurante Mexicano, onde comi: Fajitas e Enchilladas. Amei os dois pratos, estava precisando demais mudar um pouco de comida.
Depois de comer essa comida deliciosa, andamos pelo calçadão maravilhoso de Manly e comprei um blusão azul, com a referência da Austrália, e também uma camisa. Eu estava realmente precisando dessas coisas para poder continuar a viver aqui.
Voltamos para casa novamente atrasados para o jantar sem ter como avisar a dona Rosemarrýssima que estaríamos. Jantei e arrumei as minhas coisas para segunda-feira.
Acordei puto da cara por não ter resolvido ainda os DETALHES do apartameto onde morarei com a Elly e a Phoebe, amiga dela. Por acordar virado com isso, já liguei para e Elly e pedi para que ela me passasse o celular da Phoebe, ela fez isso e já mandei uma mensagem para a menina meio que dizendo: Então gata...
Para quem me conhece sabe, o que a expressão: "Então Gata" quer dizer. Rs.
Ela logo marcou o dia em que eu iria conhecer o apartamento dela e arrumar os detalhes da mudança (amanhã), achei ótimo e tirei uma big preocupação da minha cabeça.
Depois disso descobri que amanhã tembém terei a visita a uma escola para que pudemos observar o funcionamento de uma escola aqui e ao mesmo tempo, aplicar todo o conhecimento que temos sobre educação. Será muito interessante fazer essa visita.
Bom, com tudo certo, quero que chegue logo o final de semana, para poder correr novamente no parque, jogar Beach Voley com o pessoal de Bondi e sair com a Elly a noite, para King St.
Ainda é segunda, tudo bem, rs.
Curiosidade do dia: Os australianos são LOUCOS DE PEDRA no trânsito, ficam putos da cara quando alguém infrige as regras, buzinam e fazem o maior estradalhaço.
sábado, 10 de setembro de 2011
Bondi
Acordamos e fomos para Bondi.
Começamos a pagar mico desde que saímos daqui. Estava calor sim, mas é um calor que as apessoas daqui ainda não consideram como calor. O que aconteceu entaõ é muito fácil de se imaginar: Ficamos andando na rua todos no look praia enquanto todas as pessoas da cidade estavam andando no estilo inverso chique. Bem legal passar pela Town Hall vestidos de praia e as pessoas saindo de seus trabalhos, andando com suas famílias e passeando com os amigos toda no estilo inverno. Tenso.
Ao chegar na plataforma que nos levaria para Bondi Junction, encotramos um Taiwianês, que estava bem perdido qurendo saber como fazia para ir a Bondi Beach para que ele pudesse (como um biólogo) fazer umas pesquisas marítimas e sei lá mais o que. Rs.
Depois disso, chegamos na praia, deitamos um pouco no sol, estava bem gostoso, adorei. Mais fiquei olhando o pessoal jogando volei de praia, a verdade é que eu não sosseguei enquanto não falar com eles e perguntar se eu não poderia jogar também. Eles, muito simpáticos, deixaram eu entrar na partida e foi muito gostoso jogar. Ainda por cima, me convidaram para ir sempre. São todos os dias, a partir das onze da manhã, ou seja, eu já tenho o que fazer quando estiver sem nada para fazer e o tempo estiver gostoso.
Depois de Bondi, fomos a Chatswood comprar água, roupa de frio (A Leila) e almoçar. O shopping Westfield é muito gostoso. É a terceira vez que eu vou nele. Comprar coisas nele é muito bom, principalmente pelo preço.
Curiosidade do dia: Presenciei a existência de uma japonesa de burca.
Começamos a pagar mico desde que saímos daqui. Estava calor sim, mas é um calor que as apessoas daqui ainda não consideram como calor. O que aconteceu entaõ é muito fácil de se imaginar: Ficamos andando na rua todos no look praia enquanto todas as pessoas da cidade estavam andando no estilo inverso chique. Bem legal passar pela Town Hall vestidos de praia e as pessoas saindo de seus trabalhos, andando com suas famílias e passeando com os amigos toda no estilo inverno. Tenso.
Ao chegar na plataforma que nos levaria para Bondi Junction, encotramos um Taiwianês, que estava bem perdido qurendo saber como fazia para ir a Bondi Beach para que ele pudesse (como um biólogo) fazer umas pesquisas marítimas e sei lá mais o que. Rs.
Depois disso, chegamos na praia, deitamos um pouco no sol, estava bem gostoso, adorei. Mais fiquei olhando o pessoal jogando volei de praia, a verdade é que eu não sosseguei enquanto não falar com eles e perguntar se eu não poderia jogar também. Eles, muito simpáticos, deixaram eu entrar na partida e foi muito gostoso jogar. Ainda por cima, me convidaram para ir sempre. São todos os dias, a partir das onze da manhã, ou seja, eu já tenho o que fazer quando estiver sem nada para fazer e o tempo estiver gostoso.
Depois de Bondi, fomos a Chatswood comprar água, roupa de frio (A Leila) e almoçar. O shopping Westfield é muito gostoso. É a terceira vez que eu vou nele. Comprar coisas nele é muito bom, principalmente pelo preço.
Curiosidade do dia: Presenciei a existência de uma japonesa de burca.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Ratos, Gambas ou whatever...
Estou bem bravo. Alem de as meninas da minha sala agora resolverem falar uma com a outra em Koreano para se ajudarem nas palavras, nao dormi nada hoje. O caso e que sai para ir a uma festa ontem com a Leila e o Luiz e um amigo dele, hoje e sexta, voltamos logo, uma e meia da manha ja estavamos em casa, eu teria ate as nove e meia da manha do outro dia para dormir, mas adivinhem...
O telhado estava cheio de algum bicho que nao sabemos qual, que estava cavando pelos cantos da parede (fazendo com que o gesso caisse todo em cima da cama da Leila) acordando-a. Tem como dormim depois disso? Pessimo!!! Os bichos nao pararam de fazer barulho e de tentar cavar mais ainda o gesso para chegarem ao quarto, tipo apavorante.
Pelo menos minha teaching praticite foi otima, acho que dei uma aula legal, gostei bastante. As minhas amigas de sala sao demais passimistas (demorei para lembrar essa palavras) e por isso acaba meio que deixando o clima da sala um pouco down, mas enfim.
Voltando para a casa tentarei dormir mais, para talvez fazer algo hoje a noite, ou dormir tambem, para ir a praia amanha.
(Desculpem, mas uma vez, pelos acentos)
Curiosidade do dia: Brasileiros se acham australianos e asiaticos se comportam como se os australianos fossem extrangeiros. Confuso?
O telhado estava cheio de algum bicho que nao sabemos qual, que estava cavando pelos cantos da parede (fazendo com que o gesso caisse todo em cima da cama da Leila) acordando-a. Tem como dormim depois disso? Pessimo!!! Os bichos nao pararam de fazer barulho e de tentar cavar mais ainda o gesso para chegarem ao quarto, tipo apavorante.
Pelo menos minha teaching praticite foi otima, acho que dei uma aula legal, gostei bastante. As minhas amigas de sala sao demais passimistas (demorei para lembrar essa palavras) e por isso acaba meio que deixando o clima da sala um pouco down, mas enfim.
Voltando para a casa tentarei dormir mais, para talvez fazer algo hoje a noite, ou dormir tambem, para ir a praia amanha.
(Desculpem, mas uma vez, pelos acentos)
Curiosidade do dia: Brasileiros se acham australianos e asiaticos se comportam como se os australianos fossem extrangeiros. Confuso?
Água/ Banco/ Limpeza
A limpeza aqui na Austrália é feita de modo muito alternativo devido ao diferente uso da água que eles têm. Realmente eu e a Leila estamos tendo alguns problemas com isso, julgando algumas coisas "nojentas", mas seguramos o estômago e seguimos e frente.
Eu e ela ainda temos averção com a louça e principalmente com a limpeza pelo banheiro, que é feita raramente. Creio que seja raramente, pois estou aqui há duas semanas e o mesmo não foi lavado ainda. rs. Estou tomando banho de Haviana, pois começo a duvidar da limpeza do box. Ok, quero parar de falar nisso.
Só sei que dei uma gafe tremenda enquando eu liguei a máquina de lavar, para lavar (claro) as minhas roupas e não vi que a Rosemary (vulga Rosemarrý) estava tomando banho. A água do banho dela simplesmente acabou e ela saiu na casa de ropão para ver o que estava acontecendo. Deu merda. Ri demais depois de tudo, mas na hora fiquei super sem-graça.
Bom, preciso ir, tenho que tomar banho e dar uma saidinha. Meu projeto de aula amanhã já está pronto (mentira) e por isso me sinto seguro para sair (mentira) .Rs.
Relaxem, coisas que posso fazer amanhã de manhã sem problemas.
Fiquei feliz por conseguir resolver as questõs de banco, cartão de crédito e afins, agora me sinto pronto para que TUDO realmente comece. Então trabalho....vem logooo!!!
Curiosidade do dia: Há uma aranha em Sydney que se assemelha aquela aranha marrom de São Paulo. Ela é bem tranquila: Picou, matou. Ela gosta de lugares frios e escuros. Relaxem, vou ficar bem. Deus é mais.
Eu e ela ainda temos averção com a louça e principalmente com a limpeza pelo banheiro, que é feita raramente. Creio que seja raramente, pois estou aqui há duas semanas e o mesmo não foi lavado ainda. rs. Estou tomando banho de Haviana, pois começo a duvidar da limpeza do box. Ok, quero parar de falar nisso.
Só sei que dei uma gafe tremenda enquando eu liguei a máquina de lavar, para lavar (claro) as minhas roupas e não vi que a Rosemary (vulga Rosemarrý) estava tomando banho. A água do banho dela simplesmente acabou e ela saiu na casa de ropão para ver o que estava acontecendo. Deu merda. Ri demais depois de tudo, mas na hora fiquei super sem-graça.
Bom, preciso ir, tenho que tomar banho e dar uma saidinha. Meu projeto de aula amanhã já está pronto (mentira) e por isso me sinto seguro para sair (mentira) .Rs.
Relaxem, coisas que posso fazer amanhã de manhã sem problemas.
Fiquei feliz por conseguir resolver as questõs de banco, cartão de crédito e afins, agora me sinto pronto para que TUDO realmente comece. Então trabalho....vem logooo!!!
Curiosidade do dia: Há uma aranha em Sydney que se assemelha aquela aranha marrom de São Paulo. Ela é bem tranquila: Picou, matou. Ela gosta de lugares frios e escuros. Relaxem, vou ficar bem. Deus é mais.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Primeiro dia de aula, Chatswood, Bondi e Atraso
O primeiro dia de aula foi extamente o que eu imaginava, a única coisa é que o propósito do curso extrapolou um pouco as minhas expectativas. É realmente muito bom e eu me sinto cada vez mais inspirado em continuar no tranee para professorado.
Trabalhar com os adolescentes se mostra cada vez mais interessante e desafiador. A professora é muito simpática, engraçada e segura do que faz (eu estou achando que ela é brasileira). Ela disse que fala português (só não sei se como primeira língua) e também tem um jeitinho, mas que seja.
As minhas coloegas de sala são três coreanas e dua japonesas. Simpáticas, mas o modo de se expressar asiático ainda me irrita um pouco, são exagerados em algumas coisas e um pouco frios em outras não dá para entender muito bem, mas é engraçado e interessante perceber a diferença entre eles (os asiáticos)
A Nativas (escola de inglês) e treinee para professores é muito moderna, há notebooks, desktops e todo o tipo de tecnologia espalhado pela escola interia onde todos os alunos têm acesso, realmente muito bom. Como tudo aqui na Austrália, todos nela parecem estar afim de trabalhar em tudo acontece com muito eficiência e rapidez; exemplo disso, é a carteirinha de estudante que a PUC demorou mais de seis meses para fazer a Navitas fez em 13mn. Humilhante.
Depois do primeiro dia de aula fui á Chatswood com a Leila (brasileira que está na mesma Homestay que eu, rindo das mesmas palhaçadas que acontece nessa casa. É realmente muito divertido) para comprar um secador de cabelo, e ela. a internet. Fizemos isso e chegamos em tempo da janta (19:30).
Hoje já não foi a mesma coisa, depois da aula fomos para Bondi Beach. Lá é maravilhoso, parece Búzios e coisa do tipo, com direito a uma piscina natural de água do mar. Mas é uma piscina mesmo, e olímpica ainda por cima, as ondas batem e entram na piscina fazendo com que o nível de água nela seja sempre água. Nossa, uma maravilha. Rs. Adorei! Planejamos de ir lá no final de semana ou alguma coisa assim para aproveitar aquilo tudo, parece ser incrível.
Depois disso, fomos fazer algumas compras no supermecado para que possamos ter o que comer durante o intervalo das aulas, já que não tem como ficar gastando U$$10,00 cada vez que for comer no intervalo. Fizemos isso e descobrimos que mercado aqui é baratíssimo e realmente vale a pena fazer isso.
Conosco, a Leila levou uma amiga da escola dela que está aprendendo inglês agora no nível Begginer. Ela é de Mato Grosso, loira, dos olhos bem azuis e simpática, jeitinho de mulher do interior mesmo. Rimos demais com isso.
O problema foi para voltar, com o material da escola, compras e tudo mais, estando atrasadíssimo para o jantar, não tinha como ligar pois meu celular estava sem bateria e ligar do cel da Leila (que é do Brasil) seria caríssimo, mas tivemos que fazer isso para que não perdêssemos o jantar. Foi o que fizemos, mas mesmo assim, na volta, foi toda aqula adrenalina para que pudêssemos chegar o mais rápido possível. No fim deu tudo certo e comemos carne muída com batata ships (também não entendi) que estava bem gostoso. De sobremesa (que sempre arrrasa) tivemos morangos com sorvete de baunilha.
Curiosidade do dia: Há 4km da cidade, já se torna interior, casas grandes e com largos quintais, costumes diferentes e também movimento quase nulo. Incrível esse contraste.
Trabalhar com os adolescentes se mostra cada vez mais interessante e desafiador. A professora é muito simpática, engraçada e segura do que faz (eu estou achando que ela é brasileira). Ela disse que fala português (só não sei se como primeira língua) e também tem um jeitinho, mas que seja.
As minhas coloegas de sala são três coreanas e dua japonesas. Simpáticas, mas o modo de se expressar asiático ainda me irrita um pouco, são exagerados em algumas coisas e um pouco frios em outras não dá para entender muito bem, mas é engraçado e interessante perceber a diferença entre eles (os asiáticos)
A Nativas (escola de inglês) e treinee para professores é muito moderna, há notebooks, desktops e todo o tipo de tecnologia espalhado pela escola interia onde todos os alunos têm acesso, realmente muito bom. Como tudo aqui na Austrália, todos nela parecem estar afim de trabalhar em tudo acontece com muito eficiência e rapidez; exemplo disso, é a carteirinha de estudante que a PUC demorou mais de seis meses para fazer a Navitas fez em 13mn. Humilhante.
Depois do primeiro dia de aula fui á Chatswood com a Leila (brasileira que está na mesma Homestay que eu, rindo das mesmas palhaçadas que acontece nessa casa. É realmente muito divertido) para comprar um secador de cabelo, e ela. a internet. Fizemos isso e chegamos em tempo da janta (19:30).
Hoje já não foi a mesma coisa, depois da aula fomos para Bondi Beach. Lá é maravilhoso, parece Búzios e coisa do tipo, com direito a uma piscina natural de água do mar. Mas é uma piscina mesmo, e olímpica ainda por cima, as ondas batem e entram na piscina fazendo com que o nível de água nela seja sempre água. Nossa, uma maravilha. Rs. Adorei! Planejamos de ir lá no final de semana ou alguma coisa assim para aproveitar aquilo tudo, parece ser incrível.
Depois disso, fomos fazer algumas compras no supermecado para que possamos ter o que comer durante o intervalo das aulas, já que não tem como ficar gastando U$$10,00 cada vez que for comer no intervalo. Fizemos isso e descobrimos que mercado aqui é baratíssimo e realmente vale a pena fazer isso.
Conosco, a Leila levou uma amiga da escola dela que está aprendendo inglês agora no nível Begginer. Ela é de Mato Grosso, loira, dos olhos bem azuis e simpática, jeitinho de mulher do interior mesmo. Rimos demais com isso.
O problema foi para voltar, com o material da escola, compras e tudo mais, estando atrasadíssimo para o jantar, não tinha como ligar pois meu celular estava sem bateria e ligar do cel da Leila (que é do Brasil) seria caríssimo, mas tivemos que fazer isso para que não perdêssemos o jantar. Foi o que fizemos, mas mesmo assim, na volta, foi toda aqula adrenalina para que pudêssemos chegar o mais rápido possível. No fim deu tudo certo e comemos carne muída com batata ships (também não entendi) que estava bem gostoso. De sobremesa (que sempre arrrasa) tivemos morangos com sorvete de baunilha.
Curiosidade do dia: Há 4km da cidade, já se torna interior, casas grandes e com largos quintais, costumes diferentes e também movimento quase nulo. Incrível esse contraste.
domingo, 4 de setembro de 2011
Balada / Parque
Quero começar do começo. Eu não estava seguro em sair. Não conheço muito por aqui ainda, e se eu fosse mesmo sair com o pessoal, deveria encontrá-los na Oxford St. Eu até sei como chegar lá e tal, mas sabe como é, o máximo que eu fiz aqui até agora é pegar um ônibus para Sydney e outro para Forestville. A Oxford St é a continuação da Liverpool St. que é perpendicular a George St. (rua principal do centro), então eu meio que sabia chegar lá, e fui.
Chegando lá encontei a Elly e já fomos entrando em uma das baladas dessa rua. Para os meus amigos(as) brasileiros que estavam superinteressados em saber como é a noite em Sydney, vou explicar, mas separarei em tópicos para compara e explicar melhor tudo:
Preço: Baratísso. Você não paga para se divertir, paga o que consumir - Justo! (melhor que o Brasil)
Música: Perfeita, só toca música boa, gostosa e conhecida. Foi assim nas quatro baladas que visitei na noite (melhor que o Brasil 20 X 0)
Pessoas: São bem mais legais, fiz nada menos que 12 amigos em uma noite (They love brazilians)
Beleza das pessoas: Sou mais o Brasil, o povo mais bonito aqui são os alternativos, que vão para parques e são todo natureba, dispensam balada.
Horário: Depende de balada, na Oxford St. as baladas do fim da rua fecham primeiro, daí o povo vem descendo.
Frequência: É tudo junto e misturado, não existe grupo. Todo mundo dança junto a mesma coisa com tudo mundo no mesmo lugar.
After: Eles fazem after, no parque, esperando o dia nascer, não é lindo? Rs.
*Deixando claro, que eu fui apenas para um dos centros de festa noturna na Oxford St. existem mais e eles podem ou não ser diferente, assim que eu souber eu posto tudo no blog.
Ao chegar em casa dormi, acordei com a Rosemary batendo na porta perguntando se eu não queria omelete e pão com manteiga para o almoço. Almoooooço? Omelete? Pão com manteiga? Tá bom! A gente finge que é normal então. A grande arte de morar no exterior é fingir que tudo o que está acontencendo é normal, e fazer aquilo como se você tivesse nascido fazendo. Aprendi isso quando cheguei aqui e minha suposta "mãe" não me abraçou nem me deu beijo. Tenso.
Depois da delícia de almoço percebi que o sol estava rachando mais do que todos os dias, peguei as minhas coisas e fui andar no parque. Postarei as fotos aqui, foi muito gostoso, o parque é lindo e nos domingos os australianos realmente vão para o parque curtir a natureza. Fiz um cooper básico, alonguei, eles dão aulas gratuitas de Yoga e afins em uma platafoma no meio do parque (tenho fotos). Demais!
Ao voltar, encontrei a brasileira que vai morar aqui conosco por um tempo. Parece ser bem simpática. Veremos.
Curiosidade do dia: As torneiras têm água potável, por isso, não existe filtro ou comprar água engarrafada. Como a água da pia da torneira da cozinha é sempre quente, é normalíssimo levantar da mesa no jantar para ir ao banheiro encher seu copo de água.
Chegando lá encontei a Elly e já fomos entrando em uma das baladas dessa rua. Para os meus amigos(as) brasileiros que estavam superinteressados em saber como é a noite em Sydney, vou explicar, mas separarei em tópicos para compara e explicar melhor tudo:
Preço: Baratísso. Você não paga para se divertir, paga o que consumir - Justo! (melhor que o Brasil)
Música: Perfeita, só toca música boa, gostosa e conhecida. Foi assim nas quatro baladas que visitei na noite (melhor que o Brasil 20 X 0)
Pessoas: São bem mais legais, fiz nada menos que 12 amigos em uma noite (They love brazilians)
Beleza das pessoas: Sou mais o Brasil, o povo mais bonito aqui são os alternativos, que vão para parques e são todo natureba, dispensam balada.
Horário: Depende de balada, na Oxford St. as baladas do fim da rua fecham primeiro, daí o povo vem descendo.
Frequência: É tudo junto e misturado, não existe grupo. Todo mundo dança junto a mesma coisa com tudo mundo no mesmo lugar.
After: Eles fazem after, no parque, esperando o dia nascer, não é lindo? Rs.
*Deixando claro, que eu fui apenas para um dos centros de festa noturna na Oxford St. existem mais e eles podem ou não ser diferente, assim que eu souber eu posto tudo no blog.
Ao chegar em casa dormi, acordei com a Rosemary batendo na porta perguntando se eu não queria omelete e pão com manteiga para o almoço. Almoooooço? Omelete? Pão com manteiga? Tá bom! A gente finge que é normal então. A grande arte de morar no exterior é fingir que tudo o que está acontencendo é normal, e fazer aquilo como se você tivesse nascido fazendo. Aprendi isso quando cheguei aqui e minha suposta "mãe" não me abraçou nem me deu beijo. Tenso.
Depois da delícia de almoço percebi que o sol estava rachando mais do que todos os dias, peguei as minhas coisas e fui andar no parque. Postarei as fotos aqui, foi muito gostoso, o parque é lindo e nos domingos os australianos realmente vão para o parque curtir a natureza. Fiz um cooper básico, alonguei, eles dão aulas gratuitas de Yoga e afins em uma platafoma no meio do parque (tenho fotos). Demais!
Ao voltar, encontrei a brasileira que vai morar aqui conosco por um tempo. Parece ser bem simpática. Veremos.
Curiosidade do dia: As torneiras têm água potável, por isso, não existe filtro ou comprar água engarrafada. Como a água da pia da torneira da cozinha é sempre quente, é normalíssimo levantar da mesa no jantar para ir ao banheiro encher seu copo de água.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Harbor Bridge / Milagre / Brasil X Austrália
Vocês não tem noção de como eu estou feliz agora. O vendedor da Optus acabou de me dizer que este Pen-Driver não está apto para rodar no meu computador e que se eu estivesse com tudo ainda na caixa (nota fiscal, recibo, número PIN) eu poderia trocar o meu produto SE EU TIVESSE COMPRADO O MESMO EM UMA LOJA Optus.
Como quem comprou comigo foi a Elly acabou que eu não comprei ele em uma loja Optus, foi em uma loja dessas de departamento mesmo. Quase comecei a chorar aqui na rua, quando algo me fez (por algum motivo sem razão) sentar na praça e tentar pela última vez, caso não desse certo, além de eu ter todo o meu dinheiro jogado fora (em dóllars, ainda por cima) eu não teria internet e não seria tão cedo que eu iria atrás de ter.
Nem acredito que conectei o Pen-drive e a internet pegou, isso é coisa de Deus, certeza. Ok, sou um menino com internet agora; isso já me faz completo. Rs.
Ontem o passeio pela Harbor Bridge foi incrível, a ponte é gigante, alta e cheia de carros, pessoas, motos e bicicletas indo e vindo sem parar, fiquei maravilhado, mas o que mais me chamou a atenção mesmo foi perceber que mesmo os australianos, que passam por ela todos os dias, param para observar e ficam maravilhados com o que veem. Isso é muito legal. Postarei as fotos que tirei lá em breve assim que eu resolver um problema que estou tendo com postagens de fotos aqui no blog. Whatever.
Peguei trem com meu bilhete único australiano (rs) e o ônibus que eles têm aqui que não é pago; gostei bastante. Foi nesse ônibus que a minha amiga Elly fez um comentário que rendeu a maior epifania que eu já tive em toda a minha vida, segue o comentário traduzido:
"O problema do Brasil, na verdade, é no que diz respeito as coisas públicas, tudo o que é público não é de ninguém e fico jogado, ninguém se responsabiliza e o governo deixa isso de lado, como se os brasileiros não merecessem luxo e vida boa. Os lugares privados são tão evoluídos quanto os daqui, o problema é que no Brasil a parta pública deixa muito por desejar"
Concordo com as palavras da Elly, o que faz a beleza de um país não é o particular, mas sim o coletivo. A Beleza tecnológica do Brasil fica escondida em Bares, Restaurantes, Shoppings e Hotéis de luxo que poucos têm acesso.
O problema disso tudo é bem visível: CORRUPÇÃO. Algo que eles não sofrem aqui. O governo australiano está passando por uma crise gigante, mas não envolve dinheiro (ou a falta dele), o caso é que eles não gostam da primeira ministra, que foi eleita indiretamente e é julgada por tomar decisões erradas; xingam ela de burra mesmo. Roubo de dinheiro, fraude e coisas do tipo não são nem cogitadas aqui. O governo faz o papel dele: Governar para o povo. E eles nem falam muito nisso, pois isso é o lógico, é o correto. As campanhas políticas daqui nem falam em "governar para o povo" isso já é visível ao andar pela cidade, as campanhas nada mais são do que as metas que cada governante quer atingir.
Bem que meu pai tinha razão quando falou comigo no aeroporto; os jovens têm que parar de fazer manisfestações inúteis e começar a lutar pelo bem geral. Marcha para Cristo, Maconha, Homossexualidade, Heterossexualidade (essa pegou forte) não levam a nada. Sem contar que o Brasil é um país onde todos somos livres: Rezamos para quem queremos, usamos a droga que queremos (sabemos que isso é verdade) e temos relações (seja lá quais são) com quem quisermos. Façamos os jovens parar de perder tempo com essas manifestações que servem como um grande tapete para a sujeira da currupação que acontece no lugar mais sagrado do país que é o Palácio do Planalto e juntemos eles em uma massa só, em uma manifestação só, que pare não só a Paulista (pois já está ficando muito retrô isso) mas sim todos os lugares, todas as ruas, combatendo o mal-uso do dinheiro do povo.
Os brasileiros trabalham para sustentar a vida de políticos no exterior, eu não tinha idea disso, dá um nervoso enorme em pensar. O problema não é que o brasileiro não tem capacidade para evoluir como os australianos, o problema, é que nosso governo ainda não entendeu que deve beneficiar a NÓS e não usar a carreira política como sustentáculo de boa vida nos países desenvolvidos.
Precisamos votar melhor, escolhendo políticos mais dingnos de nos representar.
Tenho dito. (Amigos letristas, desculpem os erros de grafia, é que este teclado além de ser diferente está configurado para o inglês)
Voltando, durante a noite, jantei sushi, depois teve porpeta com macarrão (Como disse a Rosemary: "That's so brazilian!) e para finalizar Petit Gateau. É, a coisa aqui é chique.
Curiosidade do dia: Todas as terças os executivos australianos se juntam para um Happy Hour durante a noite, é sagrado.
Como quem comprou comigo foi a Elly acabou que eu não comprei ele em uma loja Optus, foi em uma loja dessas de departamento mesmo. Quase comecei a chorar aqui na rua, quando algo me fez (por algum motivo sem razão) sentar na praça e tentar pela última vez, caso não desse certo, além de eu ter todo o meu dinheiro jogado fora (em dóllars, ainda por cima) eu não teria internet e não seria tão cedo que eu iria atrás de ter.
Nem acredito que conectei o Pen-drive e a internet pegou, isso é coisa de Deus, certeza. Ok, sou um menino com internet agora; isso já me faz completo. Rs.
Ontem o passeio pela Harbor Bridge foi incrível, a ponte é gigante, alta e cheia de carros, pessoas, motos e bicicletas indo e vindo sem parar, fiquei maravilhado, mas o que mais me chamou a atenção mesmo foi perceber que mesmo os australianos, que passam por ela todos os dias, param para observar e ficam maravilhados com o que veem. Isso é muito legal. Postarei as fotos que tirei lá em breve assim que eu resolver um problema que estou tendo com postagens de fotos aqui no blog. Whatever.
Peguei trem com meu bilhete único australiano (rs) e o ônibus que eles têm aqui que não é pago; gostei bastante. Foi nesse ônibus que a minha amiga Elly fez um comentário que rendeu a maior epifania que eu já tive em toda a minha vida, segue o comentário traduzido:
"O problema do Brasil, na verdade, é no que diz respeito as coisas públicas, tudo o que é público não é de ninguém e fico jogado, ninguém se responsabiliza e o governo deixa isso de lado, como se os brasileiros não merecessem luxo e vida boa. Os lugares privados são tão evoluídos quanto os daqui, o problema é que no Brasil a parta pública deixa muito por desejar"
Concordo com as palavras da Elly, o que faz a beleza de um país não é o particular, mas sim o coletivo. A Beleza tecnológica do Brasil fica escondida em Bares, Restaurantes, Shoppings e Hotéis de luxo que poucos têm acesso.
O problema disso tudo é bem visível: CORRUPÇÃO. Algo que eles não sofrem aqui. O governo australiano está passando por uma crise gigante, mas não envolve dinheiro (ou a falta dele), o caso é que eles não gostam da primeira ministra, que foi eleita indiretamente e é julgada por tomar decisões erradas; xingam ela de burra mesmo. Roubo de dinheiro, fraude e coisas do tipo não são nem cogitadas aqui. O governo faz o papel dele: Governar para o povo. E eles nem falam muito nisso, pois isso é o lógico, é o correto. As campanhas políticas daqui nem falam em "governar para o povo" isso já é visível ao andar pela cidade, as campanhas nada mais são do que as metas que cada governante quer atingir.
Bem que meu pai tinha razão quando falou comigo no aeroporto; os jovens têm que parar de fazer manisfestações inúteis e começar a lutar pelo bem geral. Marcha para Cristo, Maconha, Homossexualidade, Heterossexualidade (essa pegou forte) não levam a nada. Sem contar que o Brasil é um país onde todos somos livres: Rezamos para quem queremos, usamos a droga que queremos (sabemos que isso é verdade) e temos relações (seja lá quais são) com quem quisermos. Façamos os jovens parar de perder tempo com essas manifestações que servem como um grande tapete para a sujeira da currupação que acontece no lugar mais sagrado do país que é o Palácio do Planalto e juntemos eles em uma massa só, em uma manifestação só, que pare não só a Paulista (pois já está ficando muito retrô isso) mas sim todos os lugares, todas as ruas, combatendo o mal-uso do dinheiro do povo.
Os brasileiros trabalham para sustentar a vida de políticos no exterior, eu não tinha idea disso, dá um nervoso enorme em pensar. O problema não é que o brasileiro não tem capacidade para evoluir como os australianos, o problema, é que nosso governo ainda não entendeu que deve beneficiar a NÓS e não usar a carreira política como sustentáculo de boa vida nos países desenvolvidos.
Precisamos votar melhor, escolhendo políticos mais dingnos de nos representar.
Tenho dito. (Amigos letristas, desculpem os erros de grafia, é que este teclado além de ser diferente está configurado para o inglês)
Voltando, durante a noite, jantei sushi, depois teve porpeta com macarrão (Como disse a Rosemary: "That's so brazilian!) e para finalizar Petit Gateau. É, a coisa aqui é chique.
Curiosidade do dia: Todas as terças os executivos australianos se juntam para um Happy Hour durante a noite, é sagrado.
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